33, a idade do sucesso
Textos que escrevi para me celebrar. Meu aniversário foi dia 30 de agosto.
33 anos. Que jornada tem sido, hein? Entre conquistas e frustrações, sonhos e angústias, o que enxergo agora olhando pra trás são as descobertas deliciosas, as saídas vitoriosas do fundo do poço, os incontáveis abraços profundos, os sorrisos que distribuí e os que consegui arrancar, as memórias mais doces. Existir não é fácil. Sustentar quem se é é exaustivo. Mas vale tanto, tanto, tanto a pena. Vocês não imaginam o quanto eu sou feliz. O quanto eu tenho orgulho de mim mesma. O quanto eu sou grata pela gente querida que me cerca. Tanta sorte nem combina com a mente catastrófica que veio acoplada ao meu corpo. Tão preocupada que volta e meia prevê o pior, esquecendo de saborear o presente. Mas é a mesma mente que guia esse meu olhar neon pra vida. Que acredita no melhor mesmo sem acreditar. E que se faz e refaz quantas vezes for preciso. Crescer dói. Mas também liberta. E assim seguimos, radiante. Que venha o próximo ano! Recheado de sucesso, tenho certeza.
Música da semana
Foi a Rita Lee que escreveu, mas poderia facilmente ter sido eu. Minha homenagem à música “Mutante”, que descreve com a dose exata de drama as emoções desse meu coração romântico há muito tempo exausto desse eterno partir pra outra. 🫠💕 E aproveito pra citar corretamente a Fernanda Young (na autoficção “tudo o que você não soube”) que deu o tom do meu discurso de parabéns > “Era início dos anos 1980 e não tinha muito jeito: você se tornava um babaca ou um doidão (…) Sei que essa é uma conversa estranha pra se ter com alguém que está morrendo, mas é justamente por causa disso. Não quero que meu pai morra pensando que fui uma babaca, quando na verdade eu fui uma doidona. Seria injusto comigo, e eu não mereço”. Um viva às mulheres que sentem (e por isso vivem) intensamente. Às que morrem de amor. Mergulham no exagero. Saboreiam com prazer até o gosto amargo. E escancaram a alma sem fazer esforço. Mulheres como Rita e Fernanda que me ensinaram que eu não tô sozinha. E que há beleza nesse turbilhão. Sorte de quem vê.
#valeapenalerdenovo
Se você me segue e o algoritmo do Instagram entrega meus conteúdos (ponto importante!), provavelmente já tinha lido esses textos. Quis compartilhar por aqui também para alcançar quem não tive a chance e para deixar registrado em um espaço que prioriza o texto acima de tudo. Assim, não fico muito tempo sumida.
Logo mais, dou as caras de novo. Beijão!


Depoimento lindo cheio de coragem e autenticidade !